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Ranking universitário nacional destaca UEM e UEL entre as melhores do Brasil

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As universidades estaduais de Maringá (UEM) e Londrina (UEL) estão entre as 30 melhores do Brasil em 2023, segundo o Ranking Universitário Folha (RUF), divulgado na última semana.

Classificadas nas posições 24 e 26, respectivamente, as duas instituições contam com quatro cursos de graduação entre os 10 melhores do país. Na UEL, os cursos Medicina Veterinária e Agronomia são considerados o sétimo e oitavo melhores do Brasil. Na UEM, os cursos Biomedicina e Psicologia ocupam o décimo lugar entre os mais bem avaliados.
As instituições de ensino superior ligadas ao Governo do Estado melhoraram o desempenho, em comparação com a última edição do ranking, em 2019, antes da pandemia. As universidades estaduais do Paraná (Unespar), de Ponta Grossa (UEPG) e do Centro-Oeste (Unicentro) subiram 16, 12 e 11 lugares, nessa ordem. As três estaduais figuram, agora, nas posições 157, 36 e 89.
Na sequência, a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) conquistou seis posições, passando da 62ª para a 56ª colocação. A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) está na posição 154. Neste ano, foram avaliadas 203 universidades, centros universitários e faculdades de todo o território nacional, a partir de bases de dados nacionais e internacionais, agências estaduais e federais de fomento da ciência, além de pesquisa de opinião do Datafolha com profissionais de recursos humanos, empregadores e professores de instituições públicas e privadas.
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Alexandre Curi defende Senado mais próximo dos municípios

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O deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) afirmou nesta segunda-feira (25) que sua pré-candidatura ao Senado está baseada na defesa dos interesses do Paraná em Brasília, na busca por mais investimentos federais e na aproximação permanente com prefeitos, lideranças regionais e a população. Ele também falou sobre a proposição de soluções para o desenvolvimento do País.

Durante entrevista à Rádio Educadora FM, de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, Alexandre Curi reforçou o compromisso de fortalecer a representação paranaense no Senado Federal. “Quem conhece a minha vida pública sabe que sou um político presente e resolutivo. Em Brasília, quero ser a voz dos prefeitos e das pessoas”, afirmou. “Não existe desenvolvimento sem diálogo, articulação e presença política”.

Segundo Curi, o Paraná precisa voltar a ter protagonismo em Brasília, com representantes que conheçam as diferentes regiões do Estado e estejam conectados às demandas dos municípios. “O senador precisa estar próximo dos prefeitos, das cooperativas, do setor produtivo e das pessoas”, destacou. Entre as prioridades defendidas por ele estão investimentos em infraestrutura rodoviária e ferroviária, fortalecimento da saúde e apoio ao agronegócio paranaense.

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Novo Pacto Federativo

Alexandre Curi também defendeu um novo Pacto Federativo, com mais autonomia para estados e municípios e uma distribuição mais equilibrada dos recursos públicos. “O desenvolvimento acontece nas cidades. É nos municípios que as pessoas vivem, trabalham e precisam de políticas públicas eficientes”, observou. “Quem sabe o que uma cidade precisa é quem vive nela”.

Polarização – Ao comentar o cenário nacional, o deputado criticou a polarização política e afirmou que o País precisa retomar o debate sobre temas estruturantes. “O Brasil precisava discutir segurança pública, infraestrutura, competitividade e crescimento econômico. Também precisamos de uma regulamentação equilibrada da reforma tributária, que não prejudique o agronegócio, o setor produtivo e as cooperativas do Paraná”, disse.

Para Alexandre Curi, a disputa ideológica tem afastado o foco das questões mais importantes para a população. “Infelizmente, o que vemos hoje é uma polarização permanente, em que um lado tenta destruir o outro, enquanto temas essenciais para o desenvolvimento nacional deixam de ser prioridade”, afirmou.

Ele concluiu defendendo mais estabilidade institucional e planejamento de longo prazo. “Quem empreende, trabalha e gera empregos quer segurança jurídica, previsibilidade e políticas públicas eficientes. O Brasil precisa voltar a pensar no futuro e planejar o desenvolvimento das próximas décadas”, concluiu.

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PARANÁ PORTAL – Foto/Rogério Machado

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