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PRF lança campanha educativa para Carnaval 2022

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A campanha da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para o Carnaval 2022 destaca a importância de cumprir as leis para garantir um trânsito seguro. Neste ano de 2022, muitos estados e municípios optaram por não promover festas durante o período, no entanto, em sua campanha educativa, a PRF destaca que independentemente de ter ou não Carnaval, quem bebe e dirige coloca em risco não só sua própria segurança, mas também a dos passageiros e a de terceiros.

A Operação Carnaval da PRF é parte integrante da Operação Rodovida 2021/2022 e será executada em todo o Brasil com o objetivo de promover a segurança viária nos deslocamentos dos usuários pelas rodovias federais. A Operação Carnaval ocorrerá a partir da zero hora do dia 25 de fevereiro até a meia-noite do dia 2 de março. Para fins de comparação serão utilizados dados de 12/02/2021 a 17/02/2021, onde no Paraná, a PRF registrou 86 acidentes, com 96 pessoas feridas e onze mortes.

A fiscalização e o policiamento nas rodovias serão intensificados com o aumento das rondas ostensivas e com o posicionamento das equipes em locais estratégicos. Os policiais se revezarão ao longo das rodovias federais nos trechos mais movimentados e também nos considerados críticos pelo alto índice de acidentes ou pelo elevado número de infrações de trânsito.

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Um dos principais focos será o combate à mistura álcool e direção, uma das maiores causas de acidentes de trânsito com vítimas gravemente feridas. As equipes da PRF estarão equipadas com bafômetros.

LEI SECA X ESTATÍSTICAS

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece limite zero para o consumo de álcool pelos motoristas e impõe penalidades severas para quem infringe a norma. Mas apesar do rigor da Lei Seca, não é difícil flagrar, nas rodovias federais do país, motoristas que bebem antes de dirigir durante o carnaval.

Dados nacionais da PRF mostram que, em 2019, foram registrados 126 acidentes por esse motivo nos seis dias de folia por todo o Brasil, em 2020 o registro foi de 141. Também em 2019 a PRF conseguiu retirar das rodovias federais 2.068 infratores que dirigiam embriagados ou que se recusaram a fazer o teste de etilômetro. Em 2020 esse número subiu para 3.398.

No Paraná, no carnaval passado, policiais rodoviários federais flagraram 43 motoristas dirigindo bêbados; 12 foram presos.

A PRF segue com sua missão de proteger vidas, empenhando-se no combate à embriaguez ao volante com ações educativas e uma fiscalização eficiente. Dirigir sob o efeito do álcool reduz a capacidade de reação do motorista, colocando em risco a segurança de todos os usuários das rodovias. É preciso que toda a sociedade se conscientize de que beber e dirigir são atividades incompatíveis.

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CRIIME X INFRAÇÃO

O artigo 165 do CTB define como gravíssima a infração de dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência. Nesse caso, o motorista é multado em R$ 2.934,70, valor que dobra caso o infrator seja flagrado novamente no período de um ano. Além disso, seu direito de dirigir fica suspenso por 12 meses. Vale destacar que a simples recusa em submeter-se ao bafômetro oferecido pelo policial ocasiona a mesma penalidade do artigo citado.

No entanto, o CTB também estabelece que, se o etilômetro acusar o consumo de um nível muito elevado de álcool pelo motorista (0,34 miligrama de álcool por litro de ar expelido dos pulmões) ou se forem verificados sinais de embriaguez pelo policial, ele incidirá, além da multa, por crime de trânsito. Diante dessa situação, o motorista é imediatamente conduzido à polícia judiciária e pode sofrer a pena de detenção – seis meses a três anos – multa e suspensão ou proibição de se obter a habilitação para dirigir.

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Alexandre Curi lidera em dois dos três cenários em pesquisa para o Senado

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O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Alexandre Curi (Republicanos), comentou nesta terça-feira (7) o resultado da pesquisa divulgada pelo Paraná Pesquisas para a disputa ao Senado Federal. O levantamento coloca o parlamentar na liderança em dois dos três cenários estimulados apresentados aos eleitores, com 30,2% e 31,2% das intenções de voto.

Ao comentar o resultado, Alexandre atribuiu os números ao trabalho realizado junto aos municípios e à gestão na Assembleia Legislativa. “Fico satisfeito em ver meu nome liderando 2 dos 3 cenários simulados. Creio que isso seja resultado do trabalho realizado junto aos municípios e na Assembleia Legislativa, que se tornou mais transparente, eficiente e próxima da população”.

Disputa segue aberta

Alexandre Curi ponderou, no entanto, que a disputa segue aberta e que o processo eleitoral ainda está no início. “Temos muito para avançar ainda. A eleição está distante, e acredito que, com o início da campanha e a apresentação de nossas propostas ao lado do governador Ratinho Junior e de Sandro Alex, esses resultados irão se consolidar”, afirmou.

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Além de Alexandre Curi, pesquisa testou nomes como Alvaro Dias (MDB), Gleisi Hoffmann e Dr. Rosinha (PT), Filipe Barros (PL), Deltan Dallagnon (Novo), Coronel Hudson (PSD) e Cristina Graelm (PSD).

O levantamento foi contratado pelo diretório estadual do PL e realizado entre 03 e 06 de julho, com 1.500 entrevistas. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número PR-01166/2026 e a margem de erro é de 2,6% e o grau de confiança é de 95%.

 

PARANA PORTAL Foto/Rogério Machado

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