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Athletico empata com o São Paulo e perde chance de entrar no G4

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Athletico perdeu a chance de chegar ao quarto lugar da tabela ao empatar por 1 a 1 com o São Paulo neste domingo (29), pela 30ª rodada do Brasileirão 2023. 27.604 pessoas acompanharam o jogo na Arena da Baixada, em Curitiba.

O Rubro-Negro saiu na frente com gol do atacante Pablo logo aos seis minutos de jogo, mas vacilou na marcação da bola parada e viu o volante Pablo Maia igualar tudo logo aos 10 minutos.

O jogo ficou marcado pela superioridade do Furacão, mas que não foi representada por grandes oportunidades de gol. Mesmo com o meia Vitor Bueno participativo, faltou qualidade nas finalizações rubro-negras.

Além disso, o árbitro gaúcho Rafael Rodrigo Klein irritou muito os torcedores pela falta de rigor em lances duros.

RESULTADO FRUSTRA TORCIDA DO FURACÃO

O resultado é visto de forma frustrante pela torcida rubro-negra. Isso porque os paulistas vieram com a moral baixa após serem goleados por 5 a 0 pelo Palmeiras na última quarta-feira.

O Furacão soma 49 pontos, mesma pontuação do Atlético-MG. Os mineiros, contudo, levam vantagem no número de vitórias (14 a 13) e ficam com a sexta posição da tabela, a última que garante vaga na fase preliminar da Libertadores 2024.

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Caso vencesse hoje, o Athletico ultrapassaria o Galo, Flamengo e Grêmio, alcançando a quarta colocação.

O Athletico se prepara agora para enfrentar o Corinthians na próxima quarta-feira (1), às 19h, na NeoQuímica Arena, em São Paulo.

ATHLETICO 1 x 1 SÃO PAULO

30ª rodada do Brasileirão 2023

Data, horário e local: domingo (29), às 16h, na Ligga Arena, em Curitiba.

Gols: Pablo, aos sete minutos; Pablo Maia, aos 10 mintos do primeiro tempo.

Athletico: Bento; Cacá, Thiago Heleno e Lucas Esquivel; Cuello, Hugo Moura (Hugo Moura), Erick, Canobbio, Vitor Bueno e Zapelli (Rômulo); Pablo. Técnico: Wesley Carvalho.

São Paulo: Rafael; Nathan, Diego Costa, Alan Franco e Welington; Pablo Maia, Alisson, Wellington Rato (Ferraresi) e Rodrigo Nestor (Juan); Luciano (James Rodríguez) e Erison (David). Técnico: Dorival Junior.

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Arbitragem: Rafael Rodrigo Klein (RS), com assistência de Bruno Raphael Pires (GO) e Mauricio Coelho Silva Penna (CE). O VAR é Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro (RN), auxiliado por Cleriston Clay Barreto Rios (SE) e Thayslane de Melo Costa (SE).

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ESPORTES

Com 48 seleções e três países-sede, começa hoje a Copa do Mundo de 2026

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Começa hoje (11), às 14h30, o evento esportivo mais apaixonante, detentor das maiores audiências do planeta: a Copa do Mundo, que, em 2026, terá três países-sede: México, Estados Unidos e Canadá.

Segundo a Federação Internacional de Futebol (Fifa), cerca de 5 bilhões de pessoas acompanharam a Copa do Mundo do Catar, em 2022.

Só a partida final, disputada entre as seleções da Argentina e da França, contabilizou mais de 1,5 bilhão de espectadores. Foi a maior audiência esportiva da história, de acordo com o relatório oficial da Fifa.

No ambiente digital, também segundo dados oficiais, o alcance acumulado ficou em aproximadamente 262 bilhões de visualizações em diferentes plataformas e quase 6 bilhões de interações.

UNIR O MUNDO

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, diz que os recordes de audiência obtidos pelo futebol durante a Copa do Mundo se devem ao fato de esse esporte carregar consigo “a magia de unir o mundo”.

Essa união descrita por Infantino possibilita conexões culturais que foram bastante percebidas pelos brasileiros durante a Copa de 2014, tanto nos estádios do país como nos arredores das arenas e pontos turísticos das cidades que sediaram as partidas.

As expectativas da atual edição, com três países-sede e número recorde de seleções participantes (48 em vez de 32), é fazer da Copa de 2026 a maior e mais inclusiva da história.

Além de ampliar a dimensão territorial do torneio, a edição de 2026 reforçará uma característica tradicional das Copas do Mundo: a diversidade, uma vez que se trata de um torneio que reúne culturas, estilos e histórias diferentes.

Isso porque possibilitará conexões culturais entre as torcidas em três diferentes países. Cada um com suas características e identidades próprias.

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NOVIDADES

Em 2026, além de novidades que darão o tom das próximas Copas, como o número maior de países participantes, há algumas curiosidades a serem observadas durante a atual edição.

Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul – o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.

Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).

CERIMÔNIA DE ABERTURA

Com relação à cerimônia de abertura, a Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles.

Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.

No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.

ARTISTAS

Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.

Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Lisa, Rema e Tyla, além da brasileira Anitta.

No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.

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POLÊMICA

Antes mesmo de começar, a Copa de 2026 já tem servido de ambiente fértil para polêmicas, principalmente por conta das políticas interna e externa estadunidenses.

Em meio à guerra contra o Irã, os EUA têm adotado políticas migratórias consideradas abusivas, dificultando vistos, de forma a restringir a entrada de jogadores, árbitros e torcedores em seu território.

Um dos casos envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein, retido por várias horas na imigração dos EUA, onde passou por um interrogatório rigoroso. Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país. Outros integrantes da delegação não tiveram a entrada autorizada.

Os EUA barraram também a entrada do premiado árbitro Omar Artan, da Somália, quando chegava ao aeroporto Internacional de Miami, vindo de Istambul. Ele foi considerado inadmissível devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”, segundo a alfândega, em comunicado que não especificou quais seriam tais preocupações. Esta seria a primeira vez que um árbitro da Somália participaria de uma Copa do Mundo.

Já a delegação iraniana teve de mudar seus planos, após ter sido proibida de pernoitar em território estadunidense. Em princípio, estava programado que eles ficariam hospedados no estado norte-americano do Arizona.

Diante da negativa por parte do governo estadunidense, a solução foi hospedar a delegação na cidade de Tijuana, no México, para onde terão de retornar após cada partida disputada nos EUA.

Há também relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados há poucos dias do início do mundial.

Agência Brasil

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