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Flamengo arranca empate com Grêmio com gol de pênalti de Gabigol

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O Flamengo conseguiu empatar por 1 a 1 com o Grêmio na noite desta quarta-feira (19) e evitou a terceira derrota no Campeonato Brasileiro.

Gabigol marcou o gol de empate aos 43 minutos em cobrança de pênalti, enquanto Pepê balançou as redes na primeira etapa.

O duelo foi realizado no Maracanã, no Rio de Janeiro, sem a presença de público devido a pandemia da Covid-19.

O empate manteve a invencibilidade do Grêmio no Campeonato Brasileiro, seis pontos conquistados em quatro rodadas. Já o Flamengo chegou a quatro pontos ganhos em quatro partidas.

As duas equipes entram em campo no próximo domingo (23) pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.

Enquanto o Flamengo tem clássico contra o Botafogo, às 11h, o Grêmio tem mais um duelo no Rio de Janeiro, dessa vez contra o Vasco da Gama, às 16h.

GABIGOL EVITA NOVA DERROTA DE TORRENT NO FLAMENGO

Flamengo arranca empate com Grêmio com gol de pênalti de Gabigol
Domenéc Torrent orienta Bruno Henrique, mas ainda não venceu no Maracanã desde que assumiu o Flamengo. (Alexandre Vidal/Flamengo)

Flamengo e Grêmio fizeram um confronto equilibrado no Maracanã. Com meio-campos técnicos, ambas as equipes criaram chances de gol durante a partida.

O duelo foi a primeira partida entre as equipes após a goleada por 5 a 0 do Flamengo sobre o Grêmio no jogo de volta das semifinais da Copa Libertadores do ano passado.

A primeira foi aos 11 minutos. Arrascaeta bateu escanteio da esquerda e Bruno Henrique escorou firme perto do travessão de Vanderlei.

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Nova chance do Flamengo aos 13 minutos. Éverton Ribeiro fez fila e da entrada da área finalizou por cima da meta.

A resposta do Grêmio veio aos 14 minutos. Após cruzamento da esquerda, Alisson pegou rebote na área e tentou a finalização de puxeta, mas mandou à esquerda do gol.

Jean Pyerre ficou perto do gol aos 26 minutos. O volante arriscou cobrança de falta da intermediária, a bola desviou em William Arão e passou raspando o travessão.

O meia gremista seguiu perigoso nas cobranças de falta. Aos 29 minutos, Jean Pyerre bateu falta da entrada da área e dessa vez preferiu a finalização colocada, mas novamente a bola passou por cima.

Alisson teve nova chance para marcar aos 39 minutos. Bruno Cortez cruzou da esquerda e Diego Souza ajeitou a bola alta para o meia emendar de primeira, mas por cima da meta.

Aos 44 minutos, o Grêmio conseguiu abrir o placar. Pepê tabelou com Alisson e recebeu quase na área, mas quase na linha de fundo. Sem ângulo, o atacante finalizou firme, a bola resvalou na cabeça de Diego Alves e entrou.

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O Grêmio manteve o ritmo e quase ampliou placar na volta do intervalo. Aos dois minutos. Diego Souza tabelou com Pepê e recebeu na área, mas finalizou por cima do gol.

As duas equipes tiveram baixas por lesões. Primeiro João Lucas sentiu após dividida com Pepê e deu lugar a Renê e posteriormente Diego Souza teve lesão na coxa e foi substituído por Isaque.

O Flamengo criou duas chances seguidas aos 29 minutos. Primeiro, Vitinho recebeu na esquerda, trouxe para dentro e finalizou por cima da meta. No lance seguinte, Kannemann tentou recuar para Vanderlei, mas Bruno Henrique foi rápido para roubar a bola, só que o cruzamento para Arrascaeta foi cortado.

A resposta do Grêmio veio aos 34 minutos. Isaque fez boa jogada individual, passando por dois marcadores, mas a finalização de bico foi à direita da meta.

Aos 39 minutos, Vitinho arriscou de média distância e a bola bateu na mão de Kannemann na área. Com o auxílio do VAR, Rafael Traci assinalou a penalidade.

Gabigol chamou a responsabilidade e bateu firme no meio do gol, com Vanderlei caindo para o lado e só olhando a bola balançar as redes.

 

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Brasil vence Egito mas não convence

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A Seleção Brasileira derrotou o Egito por 2 a 1, na noite deste sábado (6), em seu último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo, que se dará no próximo sábado (13), contra o Marrocos. Bruno Guimarães e Endrick fizeram os gols da equipe e Zico descontou para a seleção africana. Não foi um jogo empolgante, pois o Brasil mostrou as mesmas deficiências técnicas e táticas dos últimos jogos. O que deixa muitas incertezas do que teremos pelo frente.

A Seleção vai fazer sua estreia na Copa do Mundo no dia 13 de junho, próximo sábado, contra o Marrocos. A partida está marcada para as 19h (horário de Brasília) e será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey (região de Nova York/Nova Jersey). O rival vem de uma vitória de 4 a 0 contra Madagascar e que neste domingo enfrenta a Noruega. Depois, o Brasil vai enfrentar o Haiti,no dia 19 de junho, time que vem de uma goleada que aplicou sobre Nova Zelândia e de derrota em amistoso contra o Peru, por 2 a 1. E vai fechar a primeira fase contra a Escócia, em 24 de junho. O time europeu vem de vitória em amistoso de 4 a 0 contra a Bolívia.

Pelo que se viu no amistoso contra o Egito, em que o Brasil utilizou todos os jogadores, é de preocupação para os torcedores. Afinal, om técnico Carlo Ancelotti faz mistério e está travando o time, para não assustar, ou o grupo é muito fraco mesmo, podendo fazer mais um vexame neste 2026, sequer passando da primeira fase. Jogo é jogo, treino é treino. Assim que vale. Copa do Mundo é pra valer. A última campeã, a Argentina, venceu neste sábado (6) a seleção de Honduras por 2 a 0. A França, vice na última copa e uma outra favorita, perdeu de 2 a 1 para Costa do Marfim nesta semana.

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Como foi a partida

A partida, disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland, teve ótimo público: 64.311 presentes, muitos com a tradicional camisa amarela da Seleção Brasileira. Em campo, a equipe comandada por Carlo Ancelotti atuou com camisa azul e calções e meiões pretos. Vai repetir o uniforme no segundo jogo da Copa, contra o Haiti.

Na sua sétima vitória sobre os egípcios (em sete confrontos), o Brasil utilizou 22 atletas, como havia prometido o técnico Carlo Ancelotti, que queria dar nova oportunidade ao grupo de convocados.

O primeiro tempo começou à feição para o Brasil. Com forte marcação sob pressão na saída de bola do Egito, a equipe abriu o placar com apenas 6 minutos de jogo. Bruno Guimarães deu o bote no defensor adversário, tomou a bola dele e chutou com precisão: 1 a 0.

O gol deu a impressão de que a Seleção não teria dificuldades para ampliar. Mas, numa outra falha, dessa vez da defesa brasileira, Zico empatou, aos 10 minutos. O jogador egípcio ganhou este nome em homenagem ao ex-craque do Brasil e do Flamengo.

A partir do 1 a 1, o domínio da Seleção Brasileira se fez presente, com ataques perigosos e diversas oportunidades criadas. Vini Jr, Raphinha e Igor Thiago, duas vezes, tiveram chance de desempatar, mas esbarram na ótima atuação do goleiro Shobeir.

A etapa inicial também foi marcada pela substituição, aos 15 minutos, de Wesley, que saiu chorando de campo, por Danilo. Ele sentiu dores na virilha esquerda.

No intervalo, a Seleção promoveu várias alterações, assim como Ancelotti tinha feito no amistoso anterior, no Maracanã, em que o Brasil venceu o Panamá por 6 a 2.

Os substitutos deram outro ritmo à partida nos 15 primeiros minutos da etapa final, período em que os egípcios sequer conseguiam passar do meio de campo. O gol da vitória surgiu novamente de um aperto da marcação brasileira na defesa adversária. Na sequência, Raphinha cruzou rasteiro e Endrick finalizou de esquerda.

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Foi o quarto gol do jovem atacante na Seleção Brasileira, que não fazia um gol pelo Brasil havia dois anos.

Com a vantagem, a Seleção Brasileira soube conduzir o jogo, sem deixar de tentar novas situações de gol, notadamente quando a bola sobrava para Luiz Henrique, cujo talento desnorteou os zagueiros do Egito mais de uma vez.

Agora, é esperar mais sete dias para ver a Seleção Brasileira em ação num duelo contra outra forte seleção, a do Marrocos, em Nova Jersey.

Ficha técnica

Local: Huntington Bank Field, em Cleveland (EUA)

Renda: não divulgada. Público: 64.311 espectadores

Gols: Bruno Guimarães, aos 6’, Zico, aos 10’ (1º T), e Endrick, aos 51 ’ (2º T).

Cartão amarelo: Marquinhos e Hany

Árbitro: Adonai Escobedo (México). Assistentes: Ibrahim Martinez (México) e Maximiliano Gomez (México). VAR: Carlo Rivero (México)

BRASIL: Alisson (Weverton, aos 46’); Wesley (Danilo, aos 16’), Marquinhos (Bremer, aos 16’), Ibañez, (Léo Pereira, aos 46’), e Douglas Santos (Alex Sandro, aos 72’); Casemiro (Fabinho, aos 46’) e Bruno Guimarães (Danilo Santos, aos 46’); Lucas Paquetá (Luiz Henrique, aos 46’), Raphinha (Gabriel Martinelli, aos 72’), Igor Thiago (Endrick, aos 46’) e Vinícius Júnior (Matheus Cunha, aos 46’).Treinador: Carlo Ancelotti

EGITO: Shobeir, Hany (Tarek Alaa, aos 74’), Fathy, Yasser e Fatouh (Hafez, aos 74’); Lashin (Ashour, aos 74’), Attia (Zizo, aos 84’) e Trézéguet (Abdelmonem, aos 46’); Zico (Adel, aos 74’), Hassan (Salah, aos 46’) e Marmoush (Abdelkarim, aos 84’). Treinador: Hossam Hassan.

Foto CBF/ PARANA PORTAL

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