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Flamengo empata com Atlético-GO e perde chance de colar no líder Atlético-MG

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O Flamengo tinha grande chance de colar no líder Atlético-MG. O time, no entanto, não fez o dever de casa. Os cariocas tiveram atuação apagada e não passaram de um frustrante empate por 1 a 1 com o Atlético-GO, no Maracanã. Bruno Henrique abriu o placar e Zé Roberto deu números finais ao duelo.

Com o empate, o Flamengo chega aos 36 pontos e cai para a 4ª posição do Campeonato Brasileiro.

O Rubro-negro volta a campo na quarta-feira, quando visitará o São Paulo, no Morumbi, no jogo de volta pelas quartas de final da Copa do Brasil – cariocas perderam primeiro jogo por 2 a 1, no Maracanã. Pelo Brasileiro, o próximo adversário é o Coritiba, no sábado, no Rio de Janeiro.

O Atlético-GO, por sua vez, vai aos 24 pontos e se mantém na 14ª posição. O time encara o Sport, no dia 23, na Ilha do Retiro.

FLA ACERTA O TRAVESSÃO

O Flamengo apresentava dificuldade em chegar ao gol adversário. Com muitos erros no terço final do campo, o time ficava preso no ferrolho armado pelo técnico Marcelo Cabo, que utilizava até mesmo dez jogadores se defendendo com duas linhas de cinco. O primeiro lance de perigo do Rubro-negro ocorreu somente aos 21min, quando Renê foi até a linha de fundo e rolou para Thiago Maia fuzilar a meta de Jean. A bola carimbou o travessão e foi para fora.

ATLÉTICO-GO CRESCE E DÁ TRABALHO

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O lance de Thiago Maia parece ter ligado o sinal de alerta no Atlético-GO, que parou de apenas se defender e passou a jogar bola. E isso gerou um grande problema para o Flamengo que passou a sofrer com as investidas ofensivas. Os goianos, inclusive, igualaram o numero de finalizações dos donos da casa em determinado momento do primeiro tempo.

MESMO SONOLENTO, FLA É MAIS PERIGOSO

O fato é que o Flamengo não fazia uma grande partida. Mesmo assim, o time ainda contava com grande qualidade individual e que poderia fazer gol em uma jogada isolada. E foi o que quase aconteceu. Em mais um passe de Renê, Bruno Henrique finalizou com muita força e viu Jean fazer grande defesa.

BRUNO HENRIQUE ABRE O PLACAR

O Atlético-GO cometeu um erro fatal no fim do primeiro tempo. Willian Maranhão errou passe para Marlon Freitas e entregou nos pés de Thiago Maia, que, de primeira, deu belo passe para Bruno Henrique. O atacante do Flamengo ligou o turno, ganhou na velocidade e fuzilou para abrir o placar: 1 a 0.

GABIGOL MARCA EM IMPEDIMENTO

O Flamengo manteve o fraco rendimento do primeiro tempo após o intervalo. Mesmo assim, o time conseguia levar perigo ao Atlético-GO. Tanto que Gabigol chegou a balançar as redes do adversário. O camisa 9, no entanto, estava impedimento. O jogo, no entanto, estava perigoso para os cariocas.

ATLÉTICO-GO ARRANCA EMPATE

Os goianos encontraram a forma de se defender e levar perigo ao Flamengo ainda no primeiro tempo. Mesmo com a derrota parcial, os visitantes se mantinham perigosos. Em um desses contra-ataques, Chico ganhou dividida de Leo Pereira e e viu Zé Roberto finalizar com categoria e empatar no Maraca.

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LINCOLN PERDE GOL INCRÍVEL

Após o gol de empate, o Flamengo foi para o abafa. O técnico Rogério Ceni colocou Arrascaeta, Michael, Lincolns e até Arão de zagueiro, mas nada disso adiantou. O Rubro-negro não conseguia vencer a retranca do Atlético-GO e, consequentemente, pouco criava. Na melhor oportunidade, o uruguaio deixou Lincoln livre para marcar, mas perdeu chance sem goleiro. Empate frustrante no Maracanã.

FLAMENGO

Hugo Souza; Matheuzinho, Gustavo Henrique (Natan), Leo Pereira (Arrascaeta) e Renê; Arão, Thiago Maia (Michael), Gerson e Vitinho; Bruno Henrique e Gabigol (Lincoln). Técnico: Rogério Ceni

ATLÉTICO-GO

Jean; Dudu, Gilvan, João Victor e Nicolas; Marlon Freitas (Oliveira), Willian Maranhão e Gustavo Ferrareis (Natanael); Janderson (Arnaldo), Chico (Matheus Vargas) e Zé Roberto (Junior Brandão). Técnico: Marcelo Cabo

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Rafael Traci (Fifa/SC)
Assistentes: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (Fifa/BA) e Cleriston Clay Barreto Rios (SE)
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Cartões amarelo: Gustavo Henrique e Natan (FLA); Gilvan (AGO)
Gols: Bruno Henrique, aos 44min do primeiro tempo; Zé Roberto, aos 13min do segundo tempo

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No reencontro de Diniz com o São Paulo, Santos leva a melhor e vence o San-São na Vila

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O São Paulo segue sem vencer no Campeonato Brasileiro. Na noite deste domingo, pela quinta rodada do torneio, o Santos derrotou o Tricolor por 2 a 0, na Vila Belmiro. Marinho e Gabriel Pirani anotaram os tentos decisivos do embate.

A partida marcou o reencontro de Fernando Diniz com o clube do Morumbi. Atual comandante do Peixe, o técnico dirigiu o time da capital de setembro de 2019 até fevereiro de 2021. Ao todo, somou 74 jogos pela equipe, com 34 vitórias, 20 empates e 20 derrotas.

Com o resultado, o Alvinegro Praiano foi a sete pontos, assumindo a nona colocação do Brasileirão. Já o Tricolor segue com apenas dois pontos, em 17º.

O Santos volta a campo agora na próxima quinta-feira, às 21h30 (de Brasília), diante do Grêmio, fora de casa, pela sexta rodada do Nacional. No dia anterior, às 19 horas, o São Paulo recebe o Cuiabá.

 

O jogo – O primeiro tempo na Vila Belmiro começou muito abaixo do esperado. Nervosas, as duas equipes erravam muitos passes e cometiam muitas faltas. Com isso, demorou para sair uma jogada de perigo. Logo na primeira oportunidade, no entanto, a rede balançou.

Com o relógio marcando 26 minutos, depois de bom lançamento de Camacho, Jean Mota dominou com categoria na entrada da área e achou grande passe para Marinho, que encheu o pé para abrir o placar para os mandantes. Com o tento, o Santos cresceu na partida. Aos 32, Marcos Guilherme arrancou pela esquerda e cruzou rasteiro para Kaio Jorge. O atacante chegou batendo de primeira e tirou tinta da trave direita de Volpi.

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Do outro lado, o São Paulo respondeu aos 40. Após cobrança de falta pela direita, a bola caiu os pés de Reinaldo, que dominou e bateu firme. A bola desviou no Pará e saiu pela linha de fundo.

Já aos 42, a vida do Tricolor se complicou. Luciano sentiu uma contusão muscular na coxa esquerda e deixou o gramado aos prantos. No minuto minuto seguinte, Lizieiro errou ao recuar a bola para Volpi e deu nos pés de Kaio Jorge, que tocou de primeira para Gabriel Pirani. Com o gol aberto, o meia apenas completou para o fundo da rede e saiu para o abraço.

(Foto: Divulgação/Santos)
(Foto: Divulgação/Santos)
a volta do intervalo, o Peixe seguiu mais ligado. Com quatro minutos, Marinho foi derrubado na entrada da área, e o árbitro sinalizou falta. Na cobrança, Kaio Jorge deu trabalho para Volpi, que fez a defesa em dois tempos.

Aos nove, os visitantes reagiram. Igor Vinícius recebeu cruzamento rasteiro de Eder e finalizou. Em cima da linha, Pará afastou, mas a bola voltou para o lateral são-paulino, que, na segunda tentativa, guardou. O árbitro, no entanto, anulou o tento ao flagrar impedimento na jogada.

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Dez minutos depois, os donos da casa tiveram mais uma oportunidade em bola parada. Dessa vez, quem bateu foi Marinho. O atacante soltou uma bomba da intermediária e carimbou o travessão.

A partir de então, o jogo esfriou na Vila Belmiro. O São Paulo até tentou esboçar uma pressão, mas o time encontrou muitas dificuldades para agredir os rivais.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 2 X 0 SÃO PAULO

Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 20 de junho de 2021 (domingo)
Horário: 18h15 (de Brasília)
Árbitro: Savio Pereira Sampaio (VAR)
Assistentes: Daniel Henrique da Silva Andrade e José Reinaldo Nascimento Junior (DF)
VAR: Pericles Bassols (SP)
Cartões amarelos: Kaio Jorge e Zanocelo (Santos); Reinaldo, G. Sara e Igor Vinícius (São Paulo)

GOLS: Marinho, aos 26 do 1ºT, e Gabriel Pirani, aos 43 do 1ºT (Santos)

SANTOS: John, Pará, Luiz Felipe, Luan Peres, Felipe Jonatan, Camacho (Balieiro), Jean Mota, Pirani (Zanocelo), Marinho (Lucas Braga), Kaio Jorge (Madson) e Marcos Guilherme (Danilo Boza).
Técnico: Fernando Diniz

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Diego Costa (Léo), Bruno Alves e Reinaldo; Igor Vinícius, Liziero, Gabriel Sara (Benítez), Rigoni (Talles) e Welington; Eder (Galeano) e Luciano (Rojas).
Técnico: Hernán Crespo

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