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Luiz Carlos de Souza é condenado a mais de 40 anos de prisão por crimes de estupro em Goioerê

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O goioerense Luiz Carlos de Souza, foragido da polícia desde 2020, foi condenado a 44 anos de prisão por crimes de estupro contra três adolescentes, alunos na época de sua escola de karatê em Goioerê. Luiz Carlos foi sentenciado em três processos distintos, com penas de 14 anos em dois casos e 16 anos em outro. O advogado de defesa ainda pode recorrer da decisão.

O caso ganhou repercussão em 2020, quando as vítimas, três meninos com idades entre 11 e 13 anos, relataram os abusos aos pais. O crime foi comprovado por mensagens encontradas nos celulares dos jovens, que frequentavam as aulas de karatê ministradas pelo acusado. Desde então, Luiz Carlos esta foragido. Recentemente havia solicitado a substituição da prisão por medidas cautelares, pedido que foi negado pela Justiça.

A condenação traz justiça às vítimas e às suas famílias que na época foram desacreditadas devido a personalidade conhecida e trabalho social que Luiz Carlos desenvolvia, não só em Goioerê como em toda a região, o que tornou um dos casos de maior impacto em Goioerê. Vale ressaltar que Luiz Carlos continua foragido.

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Pela primeira vez, criança poderá dar nome a rodovia no Paraná

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As rodovias do Paraná carregam nomes que ajudam a preservar a memória do Estado. Ao longo das décadas, trechos rodoviários receberam homenagens a ex-governadores, pioneiros, líderes políticos, engenheiros, personagens históricos e personalidades que contribuíram para o desenvolvimento paranaense. Em alguns casos, mulheres também foram lembradas nessas denominações oficiais.

Agora, pela primeira vez, uma criança poderá ser homenageada em uma rodovia estadual.

Um projeto apresentado pelo deputado estadual Goura propõe denominar como “Rodovia Robson Daicuk Paitach” o trecho da PR-558 entre os municípios de Campo Mourão e Araruna. 

A proposta representa um marco simbólico na história das estradas paranaenses. Diferentemente das homenagens tradicionais, voltadas a figuras públicas e autoridades, o projeto eterniza a memória de um menino mourãoense cuja história marcou profundamente a comunidade regional.

Segundo a justificativa apresentada na Assembleia Legislativa do Paraná, Robson Daicuk Paitach nasceu em Campo Mourão no dia 1º de julho de 1974, filho de Demétrio e Leonilia Daciuk Paitach, integrantes de famílias pioneiras do município. Era conhecido como um menino dedicado, educado e responsável, com bom desempenho escolar e participação em atividades esportivas e culturais. 

O documento destaca ainda que sua história provocou grande comoção social e mobilizou um dos maiores movimentos públicos já registrados em Campo Mourão. Ao longo dos anos, sua memória foi preservada pela família e pela população, tornando-se símbolo de reflexão, solidariedade e proteção às crianças e adolescentes. 

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Parte desse legado está preservado no Museu de História, Imagem e Som Deolindo Mendes Pereira, que recebeu documentos e registros relacionados à história de Robson. O material passou a integrar ações educativas desenvolvidas pelo município, voltadas à conscientização sobre prevenção, cuidado e segurança infantil, inclusive no ambiente digital. 

Na justificativa do projeto, o deputado afirma que a homenagem representa “um gesto de memória, respeito e compromisso social”, transformando a história em instrumento de conscientização e construção de um futuro mais seguro para as novas gerações. 

Se aprovado pela Assembleia Legislativa e sancionado pelo Governo do Estado, o trecho da PR-558 passará oficialmente a se chamar “Rodovia Robson Daicuk Paitach”, tornando-se a primeira rodovia paranaense a homenagear uma criança.

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