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No Mundial, Edina se torna a 1ª mulher a apitar jogo masculino da FIFA

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Edina Alves Batista, de Goioerê, se tornou, neste domingo (7), a primeira mulher a ser árbitra de um jogo masculino profissional da FIFA. A brasileira atuou na partida entre Al Duhail e Ulsan Hyundai FC, pelo Mundial de Clubes da FIFA 2020. Também brasileira, a auxiliar Neuza Back compôs, ao lado da argentina Mariana de Almeida, o trio 100% feminino que fez história no Catar.

Outras árbitras já haviam comandados partidas de competições da FIFA, mas apenas nas categorias de base. As Copa do Mundo Sub-17 de 2017 e 2019 tiveram mulheres em seus quadros de arbitragem. Mas esta é a primeira vez que uma árbitra comanda um jogo de futebol masculino profissional da entidade. Com atuação segura durante os 90 minutos da partida, a equipe apitou a vitória do time da casa por 3 a 1 sobre os coreanos.

Membros do quadro internacional da CBF, Edina Alves e Neuza Back foram indicadas para o Mundial de Clubes da FIFA no fim do ano passado. A dupla já havia estreado na competição na última quinta-feira, quando compuseram a equipe de arbitragem do duelo entre Tigres e Ulsan Hyundai. Edina atuou como quarta árbitra e Neuza foi auxiliar reserva. Elas estarão novamente nestas funções no duelo entre Bayern de Munique e Al Ahly, nesta segunda-feira (8), pela semifinal do Mundial de Clubes.

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Lado a lado, Edina Alves e Neuza Back se acostumaram a romper barreiras no futebol. Desde que abandonou a carreira como auxiliar para seguir o sonho de se tornar árbitra central, Edina conquistou seu espaço à base de muito suor e trabalho. Em 2019, ela recebeu da Comissão de Arbitragem da CBF a oportunidade de apitar um jogo do Brasileirão Assaí, quebrando um tabu de cerca de 15 anos.

Juntas, também em 2019, Edina Alves e Neuza Back foram selecionadas para compor um dos trios de arbitragem da Copa do Mundo Feminina, na França. Tatiane Saciliotti completava a equipe. O ponto alto do Copa para o trio brasileiro foi comandar a semifinal do torneio, entre Inglaterra e Estados Unidos, duas das maiores potências do futebol feminino mundial.

Já em 2020, foi a vez de Neuza Back atingir um marco em sua carreira. Escalada para Penarol x Velez Sarsfield, pela Copa Sul-Americana, ela se tornou a primeira brasileira a “bandeirar” em um jogo internacional fora do país. Além disso, com quase 100 jogos no Brasileirão Assaí na carreira, ela é, em todo o mundo, a mulher com mais jogos realizados na principal divisão do futebol masculino de seu país.

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OUTROS BRASILEIROS

O Palmeiras está eliminado do Mundial. Nesta tarde o Verdão foi derrotado pelo Tigres, do México, por 1 a 0, no Estádio Cidade da Educação, em Doha, no Catar. Em duelo equilibrado, Gignac balançou a rede para carimbar a vaga do clube mexicano na decisão. Com o revés, os palestrinos se despedem da competição e adiam o sonho da conquista mundial. O Tigres, por sua vez, espera o vencedor de Bayern de Munique (ALE) e Al Ahly (EGI), que se enfrentam nesta segunda-feira (8), em partida válida pela outra semifinal do torneio.

(Assessoria CBF)

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Pela primeira vez, criança poderá dar nome a rodovia no Paraná

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As rodovias do Paraná carregam nomes que ajudam a preservar a memória do Estado. Ao longo das décadas, trechos rodoviários receberam homenagens a ex-governadores, pioneiros, líderes políticos, engenheiros, personagens históricos e personalidades que contribuíram para o desenvolvimento paranaense. Em alguns casos, mulheres também foram lembradas nessas denominações oficiais.

Agora, pela primeira vez, uma criança poderá ser homenageada em uma rodovia estadual.

Um projeto apresentado pelo deputado estadual Goura propõe denominar como “Rodovia Robson Daicuk Paitach” o trecho da PR-558 entre os municípios de Campo Mourão e Araruna. 

A proposta representa um marco simbólico na história das estradas paranaenses. Diferentemente das homenagens tradicionais, voltadas a figuras públicas e autoridades, o projeto eterniza a memória de um menino mourãoense cuja história marcou profundamente a comunidade regional.

Segundo a justificativa apresentada na Assembleia Legislativa do Paraná, Robson Daicuk Paitach nasceu em Campo Mourão no dia 1º de julho de 1974, filho de Demétrio e Leonilia Daciuk Paitach, integrantes de famílias pioneiras do município. Era conhecido como um menino dedicado, educado e responsável, com bom desempenho escolar e participação em atividades esportivas e culturais. 

O documento destaca ainda que sua história provocou grande comoção social e mobilizou um dos maiores movimentos públicos já registrados em Campo Mourão. Ao longo dos anos, sua memória foi preservada pela família e pela população, tornando-se símbolo de reflexão, solidariedade e proteção às crianças e adolescentes. 

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Parte desse legado está preservado no Museu de História, Imagem e Som Deolindo Mendes Pereira, que recebeu documentos e registros relacionados à história de Robson. O material passou a integrar ações educativas desenvolvidas pelo município, voltadas à conscientização sobre prevenção, cuidado e segurança infantil, inclusive no ambiente digital. 

Na justificativa do projeto, o deputado afirma que a homenagem representa “um gesto de memória, respeito e compromisso social”, transformando a história em instrumento de conscientização e construção de um futuro mais seguro para as novas gerações. 

Se aprovado pela Assembleia Legislativa e sancionado pelo Governo do Estado, o trecho da PR-558 passará oficialmente a se chamar “Rodovia Robson Daicuk Paitach”, tornando-se a primeira rodovia paranaense a homenagear uma criança.

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