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Radialista é assassinado a tiros durante assalto em Ubiratã

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O radialista Antônio Beckhauser, de 58 anos, foi morto a tiros durante uma tentativa de assalto na noite de quarta-feira (15), no Jardim Josefina, em Ubiratã. Além dele, a esposa e o filho também foram baleados. O autor do crime fugiu e não foi localizado.

De acordo com o tenente Gabriel Ferreira, comandante da 2ᵃ Companhia da PM, um criminoso invadiu a residência e deu voz de assalto ao radialista e ao filho, que estavam na sala. No momento em que levantou as mãos para se render, Antônio foi alvejado com dois disparos, na cabeça e na perna. Ele morreu antes da chegada de socorristas do Samu.

O filho do jornalista também foi atingido com dois tiros na perna. Na sequência, o assaltante foi até o quarto onde estava a esposa de Antônio e efetuou mais dois disparos contra a vítima, que foi baleada na face e na perna. Mãe e filho foram socorridos pelo Samu e encaminhados a um hospital de Campo Mourão. Não há detalhes sobre o estado de saúde das vítimas.

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Após o crime, o marginal fugiu sem levar nada. Segundo relatos dos sobreviventes, ele trajava bermuda, chinelo e capuz. Equipes da PM de Ubiratã, com apoio de viaturas de Campo Mourão, realizaram buscas na região, mas, até fechamento desta reportagem, o assaltante não havia sido localizado. A Polícia Civil investiga o caso.

Antônio Beckhauser tinha mais de 30 anos de experiência com radialismo e trabalhava desde 1995 na Rádio Difusora de Ubiratã. Em nota, a emissora lamentou a morte do profissional. “É com esta alegria e este sorriso que sempre vamos lembrar de você. Nossa equipe está de luto pela perda de nosso colega de trabalho. Pessoa querida e profissional ímpar da comunicação. Vai com Deus Antônio Beckhauser. Nossos sinceros sentimentos aos familiares”. (Catve)

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Primas desaparecidas são identificadas após ossadas serem encontradas enterradas

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Após quatro meses de buscas, a Polícia Civil do Paraná confirmou nesta quinta-feira (27) a identidade de Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, e que foram assassinadas após saírem de uma boate, em Paranavai.

As primas estavam desaparecidas desde 20 de abril e foram encontradas mortas, enterradas em uma cova rasa em uma área rural de Paraíso do Norte. A identificação foi realizada por meio da análise das arcadas dentárias.

Exames médico-legais também apontaram que as jovens foram vítimas de morte violenta. A causa exata das mortes, porém, ainda não foi definida e depende da conclusão de outros exames.

Os corpos, ou apenas a ossada, foram localizados no dia 21 de agosto, durante as investigações sobre o desaparecimento das primas. Segundo a Polícia Civil, um dos suspeitos presos durante a apuração indicou aos investigadores o local onde as vítimas estavam enterradas.

Letycia e Sttela desapareceram na madrugada de 21 de abril, depois de saírem de uma boate em Paranavaí acompanhadas de um homem. Conforme as investigações, as jovens deixaram a cidade em uma caminhonete preta. O veículo foi flagrado por câmeras de segurança passando por Jussara, na região de Cianorte.

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O principal suspeito do crime, Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido como “Dog Dog”, morreu durante uma abordagem policial em Mandaguari. De acordo com a investigação, ele teria tentado fugir e feito uma família refém, provocando uma troca de tiros com os policiais.

O segundo suspeito foi preso em Umuarama e, segundo a Polícia Civil, teria confessado o crime durante o interrogatório, além de indicar o local onde os corpos estavam enterrados. As investigações continuam para esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e a causa exata das mortes.

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